Dica de música

21 11 2009

Música: Long Tall Sally
Artista: Cactus
Ano: 1969 (se não me engano)

Original escrita por Robert Blackwell, Enotris Johnson e Richard Penniman, intrpretada por Little Richard no disco Here’s Little Richard, de 1957. Já foi gravada também pelos Beatles e o Blind Guardian fez uma versão em que faz um pout-pourri com a música “Barbara Ann” dos Beach Boys.

Original
Versão – Beatles
Versão – Cactus

I’m gonna tell Aunt Mary ’bout Uncle John
he said he had the misery but he got a lot of fun
Baby, yeah now baby
Woo baby, some fun tonight

I saw Uncle John with Long Tall Sally
he saw Aunt Mary comin’ and he ducked back in the alley
Oh, baby, yeah now baby
Woo baby, some fun tonight

Well Long Tall Sally’s built pretty sweet
She got everything that Uncle John need
Baby, yeah now baby
Woo baby, some fun tonight

Well, we’re gonna have some fun tonight
have some fun tonight
Everything’s all right
have some fun tonight
have some fun
yeah, yeah, yeah,
We’re gonna have some fun tonight
have some fun tonight
Everything’s all right
have some fun tonight
Yeah, we’ll have some fun
some fun tonight





Dica de música

14 11 2009

Artista: Subway to Sally
Música: Meine Seele Brennt
Disco: Bastard (2008)

Ouça aqui

Jemand hat die Feuer brennen lassen
Und sie brennen tief bis in die Nacht
Flammenfinger die nach Reisig fassen
Haben Feuergarben angefacht

Jemand hat den heißen Stahl vergossen
Hat dabei nicht lange nachgedacht
Flackernd steigen Feuersäulen
Blutig rot hinauf ins All
Und wie Glas zerspringt der Himmel
Sterne fallen überall

Der Mond ist rot vom Sternenblut
Und auch in mir ist Fieberglut
Es glüht das ganze Firmament
Das kommt weil meine Seele brennt

Jemand hat den Himmel angezündet
Hat dabei die Nacht zum Tag gemacht
Ich bin von diesem Glanz erblindet
Dieses Licht hat mich entfacht
Bis ich ausgebrannt verlösche
Werd ich brennen diese Nacht

Der Mond ist rot vom Sternenblut
Und auch in mir ist Fieberglut
Es glüht das ganze Firmament
Das kommt weil meine Seele brennt

Doch aus Glut und weißer Asche
So ist es mir zugedacht
Werd ich heute neu geboren
Auferstehen diese Nacht

Der Mond ist rot vom Sternenblut
Und auch in mir ist Fieberglut
Es glüht das ganze Firmament
Das kommt weil meine Seele brennt





Ação social ou adoção social: de como um gesto de amor pode ser perigoso

12 11 2009

Uma onda que sempre fez parte do cotidiano artístico é o engajamento político e social de figuras midiáticas, inseridos aqui musicistas, atores, jogadores de futebol etc. Até algumas e-celebridades e subcelebridades tentam dar sua cota de ajuda para os mais necessitados. Seja para promoção pessoal ou por verdadeira busca de maior igualdade e diminuição de segregações que estamos aí acostumados a ver.

Pessoas como Bono Vox e Manu Chao desde o início de sua carreira sempre buscam interagir com os chefes de estado ou com o povo em si – lembrando que o fato de eu não gostar de U2 não me faz desmerecer o trabalho do seu vocalista (sim, eu gosto muito muito de Manu Chao).

Mas, por que estas pessoas estão tão preocupadas com as outras se elas tem tudo e por que é tão importante que elas se comprometam com essas atividades?

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Bourdieu explica em “O Poder Simbólico” que a promoção científica e social se dá atavés de um jogo de interesses e que a busca por esse reconhecimento deve ser de certa forma utilizada dentro do viés que se quer abordar. Por exemplo, Bono Vox tem seus trabalhos ao redor do mundo, principalmente na África, porque ele sabe que sua imagem de bom moço veiculada pela música que produz pode criar a identificação do seu fã com a sua causa, algo que não aconteceria se eu ou você tentássemos nos unir em uma ação social. Manu Chao na França tem um forte apelo social de esquerda que busca através de sua música (cantada em várias línguas) atingir o maior número de pessoas para as mazelas do mundo, algo que dificilmente conseguiríamos apenas escrevendo em nossos blogs.

É importante saber fazer a ação correta e não uma ação pré-determinada por joguetes de falso moralismo, como é o caso das adoções de crianças de países pobres. Não que eu seja contra a adoção, muito pelo contrário, é validissíssima essa prática. No entanto, não podemos é toda vez que tivermos milhões em nossas contas sair tirando crianças de seus pais e países, decretando e impondo uma cultura totalmente diferente daquela que ela teria, criando um cidadão em nada ligado àquela terra que é sua mãe.

Tirar essas crianças é só mais uma forma de criar novos integrantes de uma sociedade controlada pelos próprios que assim fazem. Porque não fazer como o Bono e Chao e instituir ações e movimentos para a adoção dessas crianças por famílias do próprio país? Só porque o país é pobre e nenhuma família criaria com dignidade essa criança? Esquecemos que criar com dignidade não é criar com dinheiro.

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O que acontece é uma espécie de processo de descultura deste coração infantil; que em pouco se ligará e se muito, saberá que veio de um país pobre e teve sorte de “ter ganho na loteria”. Hipocrisia? Tirar suspiros dos fãs e da mídia? Não e não, é só um erro cometido por pessoas com espírito materno demais e que esquecem que em seu próprio país há crianças sofrendo do mesmo jeito que aquelas que são adotadas.

Não quero com isso dizer que esse tipo de adoção seja uma aberração, não é. Necessário é que se pense em todo o processo formador da criança: sua cultura, seus pais, seu país, suas raízes.

Desempobrecer uma criança não significa dar uma vida digna.

Bono e Chao não adotara ninguém e atingiram um número maior de pessoas.

“Quando alguém tira a criança da sua cultura nativa, em si isso já é um ato de agressão. As pessoas dirão, sempre, amor é tudo o que você precisa. Mas, isso não é verdade. Amor sem compreensão é uma coisa perigosa”.
Lemn Sissay, poeta e escritor etíope adotado por pais ingleses, que até os 17 anos não havia conhecido nenhum negro. Esse depoimento e mais você vê aqui. (em inglês)

Passou despercebido:

1) O novo poster de Alice no País das Maravilha, de Tim Burton

2) Alguém pode me dizer onde eu encontro o volume 4 de Mortos-Vivos (The Walking dead)?

3) É sério que já começaram as inscrições do Big Brother? Pensei que ia acabar.





Faixa a faixa: Rage – Carved in Stone, 2008

14 07 2009

Em 2008, a banda Rage, da Alemanha, lançou o disco Carved in Stone. O disco é mais um na carreira dessa extraordinária banda que não recebe a devida atenção aqui no Brasil. Mas, para mim este pode figurar entre os melhores discos de Heavy Metal da história universal.
Para muitos o disco nada adiciona ao mundo metálico, mas é impossível não gostar de algo feito pelo Rage e esse disco é especial pelos temas abordados, temas há algum tempo batidos ou atuais, criticando tanto a ciência como a religião.

carved in stone
Faixa 01 – Carved in Stone – Essa faixa traz uma crítica aos EUA e o envio de tropas. Nada estranho se não fossem essas tropas cheias de adolescentes ou garotos que ainda não tiveram tempo de viver como tais. Entram em guerras sem nem saber porque ou para que assuntos pessoais sejam resolvidos.
Frases de efeito: The politician lives in a white house/The boys have tents in the mud/He’s getting richer with weapons and oil/While the young men give their blood (O político mora numa casa branca/Os meninos têm barracas na lama/Ele está ficando mais rico com armas e petróleo/Enquanto os jovens dão seu sangue)

Faixa 02 – Drop Dead – Trata sobre toda a ação humana na natureza, seja no sentido de flora e fauna, seja no sentido da ação humana no próprio homem.
Frases de efeito: Have you ever thought of how good nature runs itself/This world doesn’t need one of our rules (Já viu como a natureza anda bem por ela mesma/Este mundo não precisa de nossas intereferências.

Faixa 03 – Gentle Murders – É sobre a posição social de algumas pessoas e de como esse poder influencia na sua relação com outras pessoas, fazendo tudo o que querem sem se importar com consequências. É sobre como presidentes podem mandar exércitos a outros países ou, no Brasil, do “sabe com quem está falando?” ou dos filhos de deputados que queimam índios e não são punidos, pois era só uma brincadeirinha.
Frases de efeito: In position you’re immune/No one stops you, theres no frontier/Now you’re licenced for the kill, smile anyway (Em posição você é imune/Ninguém te para, não há fronteiras/Agora você tem licença para matar, enfim sorria)

Faixa 04 – Open My Grave – Esta música é uma metáfora sobre como religião e ciência não admitem questionamentos, utiliza-se como referência a imagem da sepultura, como se fosse algo encerrado numa verdade absoluta que se aberto (no sentido de discutido) trará problmeas para quem se atreve. E não é assim?
Frases de efeito: Cursed you’ll be for all your days/If you open up my grave (Serás amaldiçoado para sempre/ Se você você abrir minha sepultura)

Faixa 05 – Without You – Uma das melhores do disco, mostra a hipocrisia das pessoas, que dizem não aceitar certas coisas e acabam elas mesmas fazendo aquilo que rejeitam.
Frases de efeito: What you protect is what you reject/You’re living your life without you (O que você proteje é o que você rejeita/Você está vivendo sua vida sem você)

Faixa 06 – Long Hard Road – É para as pessoas que conseguem se desamarrar de verdades absolutas e buscam o “infinito”. É quando a curiosidade aflora e você sai da sua caixinha paper-toy e busca novos horizontes. A mensagem é que você não desista de lutar para se livrar de tudo o que te mete medo ou limita seus pensamentos.
Frases de feito: Nobody else can help you out, it’s up to you/It won’t be easy, don’t allow the swamp to swallow you (Ninguém pode te ajudar, é com você/Não será fácil, não permita que o pântano te engula)

Faixa 07 – One Step Ahead – A melhor faixa desse disco. O assunto aqui tratado é mostrar como as pessoas que não são limitadas por cercanias de arame farpado estão um passo à frente dos demais, por mais que por eles sejam consideradas doentes.
Frases de efeito: Heads up, you fools! Someone controls your head, man/…/I’m confessing to no one
To no father and no son/Free inside we’ll be one step ahead (Cabeças erguidas, seus bobalhões/…/Não me confesso a ninguém, nem pai nem filho/Livre-se e estará aum passo a frente)

Faixa 08 – Lost in the Void – É como uma continuação da música anterior, trata da revolta de estar sendo manipulado e de viver em um vazio existencial em que tudo é posto e a você cabe apenas o respeito pelas instituições, sem questionamentos. É uma música revoltada.
Frases de efeito: Play against the rule and try to find a way/I don’t want to be here/Lost in the void (Vá contra as regras e tente achar um caminho/Não quero estar aqui/Perdido no vazio)

Faixa 09 – Mouth Of Greed – A boca da avidez faz com que nós apenas pensemos em nós mesmos esquecendo que outras pessoas vivem nesse mundo. Tramamos planos para que nossa vida seja a melhor possível, não importando em quem pisemos.
Frases de efeito: Into the mouth of greed/Just satisfy your needs (Na boca da avidez/Apenas para satisfazer suas necessidades)

Faixa 10 – Lord of Flies – Sabe o livro “O Senhor das Moscas”, de William Golding? Viu o filme? Pois é, esqueça um pouco, O Senhor das Moscas aqui tratado é o mito do deus que age em nossos corações para que tenhamos um pouco mais de compaixão pelo próximo, sem demagogias. É um chamado ao mundo para que percebamos que existem outras pessoas além de nós mesmos no mundo. critica o tal progresso científico, como se fosse uma forma de trazer de volta aquela era que chamamos primitiva.
Frase de efeito: It took us ages to become what we are now/But progress seems to turn around (Levou eras para que chegássemos ao que somos hoje/Mas o progresso parece virar do avesso).

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Simplesmente um CD perfeito. Baixem e ouçam nos melhores sites de hospedagem de arquivos, se não tiver não é o melhor.





Heavy Metal e Música Clássica: violinos distorcidos

19 05 2009

Dando continuidade ao assunto que mistura Heavy Metal e outros assuntos, evocaremos o som maravilhoso de violinos, oboés e outros instrumentos para traçar um paralelo entre a musicalidade da música clássica/erudita.

Antes de mais nada vamos chamar de música clássica ou erudita apenas pelo fato de ter sido convencionada com esse nome. Não sei o porque, deve ser clássica apenas pelo fato de alguém escutar e já saber qual a música, mas pouco se importar quem é o seu autor e erudita talvez por se relacionar a pessoas “inteligentes” (o que não quer dizer nada).

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Dizer que o Heavy Metal é um estilo pobre é, no mínimo, insensatez ou ignorância. Quem não gosta de um estilo não busca se aprofundar para ver se aquilo lá se limita a “berros e urros” ou “bundinha pra cá, bundinha pra lá”. É assim que as pessoas que tratam o Heavy Metal como música de drogado se distanciam do estilo e acabam desconhecendo essa mistura mágica entre guitarras distorcidas e belas passagens épicas.

É fácil observar na maioria das bandas um quê das famosas linhas musicais dos grandes compositores. Bach, Mozart, Beethoven, Vivaldi, apenas para citar os mais famosos. Talvez por isso, no mundo afora as pessoas não assistem a shows e sim a concertos de Metal.

Tratando dos primórdios, como não perceber grandes passagens épicas de Wagner nas músicas mais sombrias do Black Sabbath, seja sua homônima ou em War Pigs? O Deep Purple podia se gabar de se Bach fosse vivo, certamente tomaria o lugar de Jon Lord no seu Hammond. O Led Zeppelin podia ter em sua formação um Mozart. As músicas do Heavy Metal trazem essa sonoridade da música clássica e não há como negar.

Nos dias atuais, para ouvir um pouco de música clássica fora de um teatro e com guitarras é só olhar as bandas de Heavy Melódico ou Power Metal ou Metal Sinfônico (AAAAHHHHHH rótulos ¬¬), como o Stratovarius, Helloween, Gamma Ray, Rhapsody of Fire, Edguy, Hammerfall, Symphony X ou Blind Guardian, entre outras. Por falar em Symphony X, a banda é conhecida pelas suas composições de 20 minutos, é só ouvir The Divine Wings of Tragedy e The Odyssey, ou a introdução do Álbum V, uma autêntica homenagem pesada aos “Dies Irae” dos mais famosos Requiem, de Verdi ou de Mozart. No Brasil, podemos citar o Angra, que aproveitou de passagens marcantes de Vivaldi para tocar sua mais famosa música, Carry On.

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Há bandas que se utilizam de belas obras para trazer uma versão Metal da coisa, é o clássico exemplo das várias versões de Phantom of the Opera. O Manowar fez sua versão True Metal para Nessun Dorma, da ópera Turandot de Puccini. Manowar que no seu último disco, Gods of War, parece ter feito uma versão maior de Die Valkyries, a obra máxima de Richard Wagner.

E essas passagens épicas não são utilizadas apenas pelas bandas “fofinhas”, as mais extremas utilizam muito a música clássica no seu repertório. Basta ouvir músicas mais recentes do Dimmu Borgir, ou discos do Children of Bodom para perceber como Stravinsky ou Tchaikovsky influenciaram esses músicos. Isso sem contar artistas que utilizaram orquestras em alguns shows memoráveis, a exemplo de Deep Purple, Metallica, Scorpions e Yngwe Malmsteen.

Nos vocais os mais citados certamente serão Bruce Dickinson e Rob Halford, pois esses dois utlizam da mesma técnica vocal de grandes cantores operísticos que, pela falta de microfone, tinham que criar maneiras das filas mais distantes do palco escutarem suas vozes. Além dos vocais solos, podemos evivdenciar a utilziação de vários coros em passagens do Heavy Metal, mostrando mais uma vez como esse tipo de argumento vocal é influenciado, sim, pela música clássica.

Não se prega que o Metal é a Música Clássica com guitarras, apenas mostramos como a música de compositores dos sécs. XVII a XIX inspira nossos ídolos de guitarra, baixo e bateria.





Iron Maiden – Flight 666

22 04 2009

Em sessão única na maioria das capitais brasileiras, no dia 21 de abril, o filme Iron Maiden – Flight 666 mostra os bastidores da turnê que reviveu os tempos da World Slavery Tour, só que com músicas que datavam até 1988 (a exceção de Fear of The Dark, o hit).
A película retrata a concepção da turnê, a adaptação de um Boeing 747 , o Ed Force One, para colocar a parafernalha da banda, Bruce Dickinson como piloto e algumas apresentações e comentários da banda sobre a banda e a turnê, que teve seu início em Mumbai, na Índia. De lá até o último show no Canadá foram mais de 70.000km rodados passando rodando todo o mundo, fazendo apresentações memoráveis. Como as que a gente aqui teve a oportunidade de ver em São Paulo, Curitiba (EU FUI) e Porto Alegre no ano passado.

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Os integrantes da banda e o seu crew (incluindo aí o empresário Rod Smallwood) se colocam diante das câmeras bem à vontade, falam de suas experências e convivências uns com os outros e o que fazem na hora do descanso, por exemplo, o tênis de Adrian Smith e o golf de Nicko McBrain (esse o mais à vontade no filme).
Produzido e dirigido por Sam Dunn e seu fiel escudeiro Scot McFadyen (de Metal: Uma Jornada ao mundo do Heavy Metal e Global Metal) o que realmente chama a atenção no filme é a adoração dos fãs pela banda. É criada realmente uma religião em torno do nome Iron Maiden. (Notinha de fã: religião que eu sigo). Basta ver a cara de felicidade estampada em cada rosto.
Na Índia milhares de pessoas cantando os hinos da banda, a alegria dos japoneses. Destaque para os show em Porto rico, na qual milhares de fãs enlouquecidos montaram campanha na rua do hotel da banda, com direito a versão em espanhol de Children of the Damned (Niños de la Malicia) cantada por um fã.
Andando por lugares pouco ou nunca visitados pela banda, precisaram de oxigênio na Colômbia, voltaram ao Chile (lugar do qual tinham sido banidos pelas letras satânicas) e foram idolatrados na Costa Rica.
Em relação ao Brasil falaram da adoração dos fãs de um em especial, o Pastor Marcos Montolo, que tem nada menos que 172 tatuagens em referência à banda. Aliás, no mundo todo é possível ver alguma tattoo que indique o amor pela maior banda de Heavy Metal de todos os tempos (queiram ou não).
Estádios e casas de shows lotados para ver, cantar e reproduzir cada lead ou solo de guitarra (com os ô ô ô característicos) são lugar comum nas apresentações do Maiden.
O filme mostra isso e mais em quase duas horas de fãs em estado de louvor, brincadeiras e conversas com os músicos e com o pessoal que os acompanha.
A crítica fica mesmo pela sessão única na grande parte dos cinemas brasileiros e pelo horário dessa apresentação (algumas cidades a tiveram à 00:00), seja pelo medo da baderna que os headbangers poderiam causar na incolumidade do ambiente familiar de um shopping. Pelo menos aqui em São Luís, MA a gente pode dizer “que headbangers comportados”, um murro na cara de quem esperava uma sala depredada ou gritos de baixaria.
Up the Irons!

PS.: Nicko McBrain confirmou que em 2010 tem album novo do Iron Maiden, eles entram em estúdio na segunda semana de janeiro. A tour deve ocorrer em 2011. O Bruce já havia prometido. No mais, é ir guardando a grana para mais um espetáculo.