Saindo de uma produção desregrada o modo de produção capitalista começa a racionalizar o seu processo de produtividade. As máquinas, já com sua parcela no mercado de trabalho, são utilizadas cada vez mais. Taylor percebe que a união trabalhador/máquina pode ser muito mais benéfica se fomentada a aplicabilidade do seu uso. Para isso, aciona supervisores que faziam as vezes de “cronômetro” dos funcionários, evitando que estes fizessem movimentos muito longos que pudessem acarretar perda de tempo na produção. Ford vai mais além e implanta na vida do trabalhador, a esteira. Em vez de uma pessoa, a própria máquina condicionaria o trabalhador.
O Taylorismo e o Fordismo, por serem contemporâneos formam um binômio e poucas vezes são dissociados.
A ideia era: produzir mais, para que houvesse mais consumo. Para isso havia uma parcelização do trabalho. Cada trabalhador seria responsável pela parte que lhe cabia, sem se preocupar tanto com a tarefa do companheiro. 
Para consolidar este modelo o Estado atuava legitimando fortes adendos salariais, era o “welfare state” (estado do bem-estar social) que dava condições para que o trabalhador consumisse aquela produção massiva, nascia o “mass worker” e o “american way of life” o estilo de vida americano, propagado pela ideia de consumo em massa.

No entanto, o trabalahdor sofria fortes e sérios problemas com sua saúde, inclusive problemas mentais. O maior exponte que mostra a condição do trabalhador condicionado pela máquina é o filme “Tempos Modernos” no qual Charles Chaplin interpreta um operário que sofre de problemas por não conseguir se desvencilhar do seu afazer. Era nisso que o funcionário se transformava: mera extensão da máquina.
Para tentar aperfeiçoar este modelo o capitalismo busca intelectualizar a força do trabalho, mas quem não estava inserido, também buscava o conhecimento, principalmente na ideia soviética do socialismo. Os sindicatos, já institucionalzados, não tinham mais compromisso com o trabalhador e sim com o Estado, mantenedor do “status quo”. Em fins da década de 1960 e início dos anos 70 eclodiram as revoluções sociais, com seu ápice no “maio de 68″. Buscava-se a inserção dos indivíduos no mercado de trabalho, era a busca pelo pleno emprego.
Fundado no ideal social soviético a busca por era a inserção dos setores da sociedade (mulheres, homossexuais, etc). A crise do capitalismo era estrutural e via-se que o modelo implantado não funcionaria, pois já não havia quem consumisse toda aquela produção em massa.

No Japão desenvolvia-se um novo processo de produção, que busva “enxugar” a empresa, diminuindo os gastos com pessoal e matéria prima, bem como a diminuição os gastos com pessoal e matéria prima, bem como a diminuição de energia, provocada principalmente pela crise petrolífera. O Toyotismo era de certa forma mais “intelectual” que seu precedente, pois nesse modelo da fábrica japonesa o trabalhador sabia e conhecia todo o processo de trabalho, o que poderia gerar até uma insatisfação pelo excesso, algo diminuído pela ideia de colaboração do funcionário.
Havia formas de que o trabalhador esquecesse de se aliar ao companheiro (cooptação da subjetividade), pois a empresa lhe dava a opção de colaborar com ela (por meio de sugestões, em caixas ou quadros), sai o emrpegado e entra o colaborador. O Toyotismo larga a produção em massa para criar o modelo do “just in time” em que só será produzido o que é demandado, mas com um padrão de controle de qualidade que diminui o valor de uso do produto, que deve ser trocado de tempo em tempo. Mais custos são cortados com a terceirização dos serviços, na qual contrata-se empresas a baixo custo que pagam menos ainda a seus funcionários.
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Passou despercebido:
1) O Flamengo. Passou despercebido mesmo. O Barueri nem se deu conta.
2) Pelo árbitro do jogo Botafogo x Náutico, um gol mal anulado e um pênalti não marcado a favor do Náutico. Os botafoguenses parecem estar se vingando.
3) 1915, versão olhinho puxado.
4) Não sei porque colocaram o rubinho na lista dos pilotos mais azarados da F1.
5) A cena mais cara da história da TV.
6) Subway To Sally, nunca o alemão soou tão suave aos ouvidos.













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