Que democracia é essa?

30 06 2009

Democracia, essa é a palavra que mais aparece na boca de nossos representantes em Brasília. todos se vangloriam de viver em um país onde todos tem o direito (dever) a voto, onde qualquer um pode se eleger, onde há liberdade de expressão e direito de resposta.

É muito bonito todos falando sobre Sócrates, Platão e Aristóteles, de como seus escritos são obras sagradas da política e da democracia, de como o governo do povo é exercido no Brasil, um governo do povo e para o povo. O povo é sempre elogiado, exaltado e os governantes se vangloriam de estar do lado do povo, pois é o povo que faz a democracia acontecer.

Lembrando um pouco a idéia platônica de democracia, temos que lembrar que ele fala mesmo que o esse é o governo do povo. Mas quem era considerado povo?

Fazendo uma espécie de divisão social de Atenas, haviam os patrícios (os ricos, a elite) e os plebeus (os pobres, a ralé). Mulheres e crianças nem eram considerados gente, assim como os escravos. Logo, o povo eram apenas os patrícios, aqueles homens de posses (materiais e humanas) que se concentravam na praça e decidiam sobre a vida das pessoas da cidade.

Para ser um bom político, era necessário se ter controle sobre as três almas: sabedoria (cabeça), força (peito) e moderação (ventre). Apenas o filósofo poderia ser um bom governante.

Logo, para se ter acesso à essa sabedoria o primeiro de tudo era ser homem (sentido de ser do sexo masculino) e ter posses que dariam direito à aprender com os mestres. Estes ensinariam a verdeira forma de ser homem e por conseguinte um bom político, pois só a eles caberia a liderança da pólis.

Analisando essa forma de “criação de políticos”, é fácil perceber como funciona o nosso sistema de produção de governantes. Famílias inteiras no ramo governamental, como se fosse uma espécie de profissão hereditária, educados para assumir cargos importantes, desde cargos de direção até os próprios cargos parlamentares ou executivos.

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Aqueles que não são aptos a governar (por não ser “elite”, ou por não ser de família governante) acabam entrando na escola para exercer seu papel na manutenção do status quo. A escola forma cidadãos que respeitem as instituições e que se dediquem à realização das suas funções específicas. Isso sem contar nas poucas mulheres que conseguem êxito na sua formação política (realidade que muda pouco a pouco).

Aqueles que se não aceitam as instituições e normas impostas são colocados como anormais (como se existisse algo normal na vida) e são “indicados a procurar ajuda”, em médicos ou psicólogos. O adulto viáel (de Foucault) é manipulado para que apenas aceite o que a sociedade, através do seus dispositivos de poder, estipule como normal e anormal.

Manifestações com polícia batendo para “evitar a violência”, direito a voto obrigatório*, proibição de reportagens que denunciem atitudes dos parlamentares, etc. Que democracia é essa?

* Defendemos o voto obrigatório, depois explica-se o porquê, mas que a coisa é paradoxa, isso é.





Michael Jackson: Long Live the King!!!

26 06 2009

“Morreu Michael Jackson”, essa certamente era uma notícia que ninguém esperava ver tão cedo. Era de se esperar qualquer notícia sobre pedofilia, abusos sexuais ou até uma nova plástica, quem sabe sobre os shows que ele faria. Não foi isso que aconteceu, a última notícia é a de que relamente não mais teremos a presença do Rei do Pop entre nós.

O eterno adulto criança partiu deste mundo e a nós restam apenas as lembranças de suas canções, seu jeito peculiar de dançar, suas polêmicas, enfim a lembrança de um homem, que viveu sob uma máscara que não o protegia apenas do sol, mas de toda a glória macabra que cerca alguém que consegue atingir o sucesso no mundo e é atacado de todas as maneiras (paparazzos, processos, interesseiros, etc.).

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Quem pode culpar Michael Jackson por tudo o que fez? Quem tem envergadura moral para destratar esse que foi o (único) ícone pop do mundo? Se agiu de forma errada, não cabe a nós julgá-lo e não é de nossa alçada tecer comentários sobre sua vida privada. A vida era dele e ele podia agir da forma que quisesse e aguentasse as consequências, como bem aguentou em vida. Era muito fácil criticar suas atitudes, afinal jogar sempre em cima do outro a culpa dos nossos problemas é muito cômodo. Mas, quem lhe exprimia palavras de ânimo?

Michael era o único artista (este sim um artista e não mera celebridade, como tantos outros) que eu não gostava e gostava ao mesmo tempo, nunca comprei, nem mesmo baixei, um disco seu. O seu estilo musical não é o meu preferido, mas não me incomodava ao ouvir uma música sua na rádio, às vezes até cantava junto com o Rei (esse sim REI, e não reis fajutos que ainda existem).

Como o Espantalho deu seu reino por um coração, tesouros e coroas não significavam nada. Leiloou tudo. Foi para pagar as dívidas? Dane-se, foi tudo a leilão porque o homem não mais queria toda a pomposidade que o cercava de indivíduos que apenas queriam ser ligadas à sua pessoa e conseguir regalias, assim como ocorre com frágeis humanos, caso de Jackson.

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Em meio século de existência trouxe muito mais alegrias a fãs ardorosos e fiéis, esses sim órfãos de um ídolo. Aliás, porque não idolatrar a obra de alguém, não a imagem da pessoa, até porque não dava para idolatrar a imageme dele, mas sua obra é idolatrável para qualquer um.

Não que se priorize a morte do ídolo, até porque existem coisas muito mais importantes para se tratar no mundo inteiro, mas não se deve deixar de prestar as devidas homenagens. Não homenagens vendendo os discos de Michael Jackson, não criando dossiês da vida pessoal do astro, nem fazendo uma cobertura ao vivo do enterro, como s fosse uma partida de futebol. Apenas uma singela lembrança de tudo o que fez ele para o mundo da música, da dança e da apresentação.

Michael não vai nem para Céu nem para o Inferno, esqueçamos essas dualidades cristãs que só deixam nossa mente pensando em como vai é que será nossa pós-morte. A nós ficam suas lembranças e um singelo e sincero Obrigado Michael. Obrigado por me ensinar a conviver com as diferenças que existem nas pessoas. Não importa se você é negro ou branco, nem importa se você está certo ou errado, JUST BEAT IT!





Ódiquê?

24 06 2009

Eu já queria ter visto antes, mas não achava na locadora, nem para vender, nem piratão ou para baixar eu consegui (é, tem coisas que devemos levar às últimas consequências). Mas ontem passou no Canal Brasil da TV paga, tem horas que essa coisa de ver televisão dá futuro. Um dos melhores filmes das últimas décadas, Ódiquê? (2006), dirigido por Felipe Joffily.

O filme se passa no Rio de Janeiro, mas esqueça as favelas, o centro da trama é a amizade entre três adolescentes de classe media, que querem ir ao carnaval da Bahia, só que, sem dinheiro precisam arrumar artifícios para a empreitada. Os adolescentes são interpretados por Alexandre Moretzsohn, Cauã Reymond e Eduardo Azevedo. Para tentar arrumar o dinheiro contam com a ajuda de um filho de deputado que gosta de sair por aí dando porrada no melhor estido brigador jiujiteiro, interpretado por Léo Carvalho. Cassia Kiss, apesar do curto espaço de tempo que lhe é dedicado, atua como a artista de verdade que é.

O filme segue o esquema de divisão por por horários, mais como uma forma de mostrar como é o cotidiano dos adolescentes, necessitados de fundos monetários para farra, mas que passam o dia a perambular pelas ruas cariocas em busca de maconha, cerveja e mulheres.

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Ao ser enganado, Tito (Cauã Reymond) chama os amigos Monet (Alexandre Moretzsohn) e Duda (Eduardo Azevedo) para se vingar dos vendedores (traficantes, não) de drogas. Para tal conseguem uma arma e vão para à beima-mar tirar satisfações. Ao terminar o assunto vão à procura de mais um rapaz para ajudar, o Paulinho Tantan (Léo Carvalho) num “esquema” fornecido por um tal Bernardo. A partir desse ponto o filme começa a abordar o “submundo” da classe média, mostrando como se vive e se opera dentro desse campo.

As personagens interpretadas são grotescas (não de mal interpretadas, mas de dar nojo mesmo), com maestria pelos atores, usando um diálogo de fácil assimilação e que retrata fielmente as falas dos adolescentes nessa situação. Percebem-se certos escorregos nas falas, como esquecer quem disse o que ou um grito que irrita a garganta do ator, nada que comprometa o todo e que mostra a idéia de filme independente e pouco orçamento – talvez as tomadas que aparecem no filme foram as únicas ou as primeiras a serem feitas. Mostrando que apesar de não gostar, Malhação pode ser uma grande escola.

O que difere este filme dos outros é criar uma consciência crítica de nós mesmos que, querendo ou não, somos classe média (deixando de lado o sistema Nordeste/favela). A película nos transporta para nosso próprio mundo, um mundo que vivemos e achamos normal que as coisas funcionem desse jeito, sem nos dar conta de que em nada nos diferimos daqueles a qual chamamos “bandidos”.

Um recado para as tietes: Você vai odiar o namorado da Grazi depois desse filme, cuspir na cara de um menino doente não é nada fofinho.





Minhas unhas

22 06 2009

O nome do transtorno é Onicofagia. Eu roo. Minhas unhas são cortadas no dente, como eram os modos daqueles hopmen trogloditas que andavam em navios de madeira, usavam pele de urso para se proteger do frio e tomavam cerveja em chifres. É um problema que muitas vezes é levado como mera mania besta, falta de higiene (o que não deixa de ser).

Comecei muito novo, novinho mesmo. Futebol, filmes tensos, véspera de prova, coisas assim do cotidiano fazem com que eu leve a mão inconscientemente à boca e lasque o dente contra minhas unhas, proporcionando aquela sensação de alívio. Pode ser que eu esteja falando uma besteira das grandes, mas é como alguém que fuma, é um vício, não consigo parar quando me sinto ansioso e preciso recorrer às minhas unhas. Se não é mais saudável pelo menos é de graça.

Tem dias que a mão dói tanto que eu não consigo nem destar um nó de sacola de supermercado, até apertar os botões do controle remoto é um suplício. E mais, se não vai no dentes as unhas atacam-se mutuamente, arrancando aquele pedacinho de carne que sobra da última roída. Geralmente o indicador avança sobre o rodapé do polegar e a cavucada começa, quando dou por mim sai aquele pedaço digno de um suculento pedaço de picanha, ainda sangrando, sendo cortado para cair no prato do seu rodízio.

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A gente que sofre de onicofagia é meio que visto como porcos pela sociedade, todo mundo sente umpouco de asco quando alguém mete a unha no dente. Temos que nos concentrar muito para que não percebam que estamos nos aliviando das tensões mundanas. Às vezes sentimos que mesmo em momentos de alegria a mão está na boca e as unhas nos dentes.

Tentamos parar, assim, por vontade própria e sem ajuda técnica, espiritual ou auto-ajuda, mas eu desafio aquele que passe mais de duas semanas sem roer as unhas e ao observar a mão com aquelas imensas unhas, suculentas e deliciosas, clamando pelos seus dentes a não levá-las à boc abuscando seu novo recorde pessoal de cotoco de unha arrancado sem tirar sangue.

Esmalte sabor esgoto de hospital público, serrar a unha para que não fique grande, estourar plástico bolha, qualquer outro artifício só nos faz esquecer naquele momento, porque ao acabar o esmalte, não ter serra à mão ou estourar todas as bolhas vem a sensação de angústia de saber quando haverá mais esmalte, serra ou bolhas. Resultado: dente na unha.

O que eu sei é que por mais que você cuspa o que arranca algumas micropartes entram no seu organismo, podendo até perfurar o estômago, assim como a fumaça do cigarro pode lhe causar um câncer.
Bem, vou me despedindo por agora. Tenho prova na quarta e preciso estudar… e fazer outra coisa.





Sem diploma

18 06 2009

Às vezes eu fico me pergutnando se é verdade o que acotnece em certos lugares, sim estou falando do Supremo mesmo.

Aulinha de noções de Direito: a Lei de Imprensa foi não foi considerada inconstitucional. Por ser anterior à nossa tão celebrada Carta Magna de 1988, ela foi considerada não recepcionada.

Ontem o diploma para jornalista foi considerado não necessário para o exercício da profissão, por oito votos a um, esse um de Marcos Aurélio de Mello (até aí nenhuma surpresa). No entanto, o que mais chamou minha atenção, pelo menos a minha, foram os argumentos que o presidente da casa utilizou para defender a atividade de jornalista sem curso superior.

Fosse ou não a favor o Ministro deveria usar, no mínimo, argumentos que o colocam como Ministro do Supremo, alguém de “notório saber jurídico”, como diz nossa Constituição. Mas, ao passar uma rápida olhadela pelo voto do Excelentíssimo (que poderia ser Esse Lentíssimo) Ministro, chegamos à conclusão de que qualquer um poderia usar as mesmas palavras.

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Claro que a parte da assessoria foi bem feita – ah, vai me dizer que é ele mesmo que desenvolve os votos? – no papel se colocam coisas realmente com sentido. Mas vem o ministro e diz que “a profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia – nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão”?. Ministro Gilmar Mendes, que me fez perder 45 minutos preciosos da minha vida, numa palestra miserável sobre o sistema prisional brasileiro, me fez perder todo o resto de respeito que existia por ele. Triste saber que a Corte Suprema é capitaneada pela pessoa de um senhor que sequer consegue desenvolver argumentos contra quem o ataca, se presta a rir e juntar os amiguinhos para pedir conselho. Essa coisa da presidência do STF é algo rotativo (então, quem já foi presidente não pode mais ser até que o círculo seja completo) e mais cedo ou mais tarde ele estaria lá, o problema é que assumiu em um momento de crise do Judiciário, e não conseguiu resolver nada.

Desabafos à parte, a concessão do direito de exercer a profissão de jornalista nada mais é que liberdade de imprensa. Exigência de diploma seria sinômino de blogs desativados, sites trancados ou jornais fechados e outras formas de AI-5. A liberdade de imprensa faz com que nós mesmos tenhamos nossa opinião, no sentido de não mais assumir papel passivo no contexto de absorver notícia e concordar com a mídia em geral.

LIBERDADE

O diploma não necessário não quer dizer que não tenhamos cuidado na hora de escolher quem vai ser ou não jornalista, manipulações continuarão a acontecer e pessoas não capacitadas ética e profissionalmente aparecerão na nossa TV, como hoje, formados não capacitados aparecem nos fins da tarde ou nos horários nobres.

A liberdade de imprensa não significa que se pode falar qualquer coisa sobre qualquer coisa, temos exemplos ao longo da história de como deve ser alguém comprometido com jornalismo de verdade, Machado de Assis, Nelson Rodrigues, Gabriel Garcia Marquez, Mário Vargas Llosa, José Saramago isso só para citar os mais famosos.

O jornalista precisa é que suas palavras não sejam reproduras de um sistema falho e acabado, que prega uma espécie de nazismo social e isso a Universidade, se trabalhada corretamente, poderá fornecer para o pensamento jornalístico.

Exige-se diploma para se formar opinião, mas não para quem ocupa cargos políticos. Aqueles que criam as leis não precisam de certificado de conclusão de curso superior.

Quem precisa de verdade de conhecimento e de formação de qualidade é o povo.





Sobre diplomas

17 06 2009

O Supremo Tribunal Federal, Pretório Excelso, Corte Suprema (quantos nomes lindos!), julga hoje Lei de Imprensa, aquela de 1969, momento alto da ditadura, dura mesmo. O mote principal é o do exercício da profissional de jornalista apenas com diploma.

O diploma das instituições de ensino superior de hoje parecem ser uma forma legitimada de manipulação de idéias, faculdades que pregam mais a reprodução que a própria produção de conhecimento. Poucos usam da sabedoria adquirida para mudar a idéia de manutenção do status quo. A elite, que é verdadeiramente a cliente do ensino superior público, no sentido de controlar o que seriam as profissões de doutor (Engenharia, Direito e Medicina).

Lembremos que a Lei de Imprensa é de 01 de abril de 1969 e o que deve ser observado eram as condições políticas que o Brasil se encontrava para que esse ato do legislativo se manifestasse.

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Ora, uma ditadura procurando por legitimação deve buscar formas de se concretizar, algo que no Brasil era deveras complicado visto o número alto de ativistas (políticos, pensadores, musicistas, jornalistas etc.) contra o governo ditatorial e essas pessoas viviam na mídia, lançando seus atos, manifestos, programs de rádio, enfim toda luta contra a repressão militar à época.

Para que tal Ditadura se firmasse criou-se a lei em discussão, uma clara forma de manipulação de idéias. Universidades públicas tinham suas salas de aula vigiadas quase que vinte e quatro horas por dia, não podendo ser aguidas questões prejudiciais a procedimentos e atuações do governo militar. Manter a imprensa politizada ditatorialmente por meio de diploma criava a mídia perfeita para a confirmação da autenticidade do governo militar. Jornalista hoje se transformou num ombudsman, o diploma de jornalismo é uma espéicie de certificado sui generis, jornalista é economista, jurista, sociólogo, psicólogo, médico e até fofoqueiro. O jornalista, formador de opinião, é transformado em reprodutor, em mero papagaio do que quer que pensem as elites que dominam o pensamento e a economia. Continuamos com formadores de opinião, mas de opinião escassa de questionamento.

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O diploma hoje, como dito, serve apenas para dar legitimadade técnica na área do conhecimento escolhida. Poucos se interessam em discutir o status social, político da sociedade ou mesmo da própria área que ocupa. A produção de conhecimento fica relegada a segundo plano e os egressos das faculdades saem apenas com intuito de passar em concurso, consultar sem nem olhar a cara do paciente ou mesmo construir com o pior tipo de material possível (e superfaturado).

A discussão em relação ao diploma de Jornalsita não deve ser feita de forma estrita, não só o diploma de jornalismo está cristalizando o pensamento e a formação de opinião, diplomas em geral estão sendo buscados apenas para certificação de conclusão de curso superior. O diploma deixou de ser um título importante, passou a ser um mero diferenciador na hora de preencher formulários.

Qual sua escolaridade?

Acho que voltamos à nossa programação normal.